CEMTI João Henrique de Almeida Sousa: Zika, um problema nosso

sexta-feira, 18 de março de 2016

Zika, um problema nosso


         Cada época na história possui o seu vilão em particular. Há alguns poucos anos, “surgiu” o chamado Vírus Ebola, que durante algum tempo tomou a primeira página do cenário mundial. Atualmente, temos enfrentado o chamado Zika Vírus, com primeiro caso no Brasil confirmado no ano de 2015. 
         No dia 19 de fevereiro, grandes personalidades da política brasileira visitaram o CEMTI João Henrique de Almeida Sousa. Entre eles, estava o Ministro de Ciências e Tecnologia, Celso Pansera, que em seu discurso, assim como todos, enfatizou plenamente a importância da luta contra a proliferação do mosquito.
Campanha brasileira contra a proliferação do Zika Vírus
O mosquito Aedes aegypti reproduz-se em locais com água parada, e ao longo dos anos ele tem aperfeiçoado-se, pois agora a quantidade de água que ele precisa para se desenvolver é um décimo do que o mesmo precisava há algum tempo atrás, também se reproduzindo em água suja.
         O Zika Vírus é uma das ramificações das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Relacionando a termos de localidade, ele tem aparecido com mais frequência no Brasil. Um dos fatores primordiais a serem analisados com relação a isso é o despreparo tanto por parte do Estado quanto por parte da população, que contribui para a proliferação do mosquito e necessita que sejam feitas grandes campanhas de conscientização, quando em países desenvolvidos, devido aos bons serviços públicos prestados, a mera notícia de uma nova doença é o suficiente para que a mesma seja prevenida por parte dos civis.
         Recentemente, foi comprovada a relação entre essa doença e a microcefalia, que é caracterizada pela má formação do cérebro do bebê. Confirmados vários casos ao redor do país e de alguns outros Estados do mundo, é de total importância que sejam tomadas medidas de prevenção para que em um futuro próximo, assim como o surto de Ebola, essa doença torne-se apenas um relato passado.
         Portanto, é necessário o pensamento a longo prazo por parte dos governantes e também da população. O Estado deve investir em educação ambiental e de forma geral para que no caso do aparecimento de outra doença crítica como essa, não seja necessária toda uma mobilização para tal. E no que diz respeito á população, é de suma importância que aprenda a se portar de forma educada também no que se refere ao meio ambiente.

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